Nono foi hospitalizado e os filhos, netos e bisnetos vieram de todos os cantos do mundo.
Os médicos deixaram que os parentes o levassem para sua casa, para cumprir seu último desejo: O de morrer em casa, ao lado de seus queridos. Foi para o quarto e as visitas foram se revezando para consolar e confortar o Nono em seu derradeiro momento.
De repente o Nono sentiu um aroma maravilhoso que vinha da cozinha. Era a Nona tirando do forno uma fornada de pastiére de grani italiani.
Os olhos do Nono brilharam e ele se reanimou.
Então, o Nono pediu ao bisneto que estava ao lado da cama:
-"Piccolo mio, vai na cojina e pede um pedaxo de pastiére pra Nona."
O guri foi e voltou muito rápido.
-"E o pastiére ?" - perguntou o Nono.
-"A Nona disse que no!"
-"Ma per que no, porca miséria, ma que vecchia disgraciata! Que qüesta putana falô?"
-"A Nona disse que é pro velório!"
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terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Dízimo
A questão do Dizimo - Pr. Natanael Rinaldi
Em decorrência de alguns escândalos motivados pela chamada Teologia da Prosperidade, certas igrejas têm sido criticadas pela forma como levantam dízimos e ofertas denominadas sacrifícios em que maioria dos membros tem sido espoliada de bens de uso próprio como casa, automóvel, pequenas quantias reservadas em caderneta de poupança para uma emergência da família. Opostamente, têm se levantado uma onda de líderes religiosos que resolveram combater a contribuição do dízimo, partindo da alegação de que o dízimo era parte do Antigo Concerto e, que, dentro do Novo Concerto, não há exigência desse tipo de contribuição. Infelizmente, certa pessoa do nosso relacionamento recebeu uma apostila com dois títulos ou duas apostilas sobre o mesmo assunto. A primeira página tem como título “TUDO SOBRE O DÍZIMO”. A partir da segunda página em diante outro título “DIZIMAR NÃO É UMA DOUTRINA CRISTÔ que passamos a comentar:
TUDO SOBRE O DÍZIMO E/ou DIZIMAR NÃO É UMA DOUTRINA CRISTÃ
A escritora da citada apostila põe-nos a par que, quando era seminarista, tinha um professor por nome Valdomiro e este lhe ensinou a não usar o Antigo Testamento, e, quando citá-lo, só o fazer para ilustração, considerando que hoje o cristão vive na Dispensação da Graça. Em seguida, diz a autora que estudou com outro pastor por nome Paulo Pimentel e que era mestre em apologética. Trabalhou com ele três anos no CPR (Centro de Pesquisas Religiosas) e que aprendeu mais do que aprendeu da Bíblia no Seminário.Partindo dessas informações preliminares ela desanda em críticas aos pastores e radicaliza: “Infelizmente, a maioria dos pastores hoje em dia se apega fervorosamente ao Velho Testamento, por dois motivos: Primeiro, porque esses pastores medíocres podem usar e abusar das histórias antigas, fantasiando os seus enredos, a seu bel prazer. Segundo, porque podem impor muitas leis do VT aos pobres membros de suas igrejas, para os escravizar, como por exemplo, usando Malaquias para extorquir o dízimo dos que não conhecem bem a Palavra de Deus.” (o grifo é nosso). Repete mais adiante que certo pastor malaquiano sabendo que ela era contra o dizimo e que se achava sentada na terceira fila de cadeiras da igreja, afirmou publicamente, depois de ter lido Ml 3.8-10, “Meus irmãos, o diabo odeia esses versículos de Malaquias e ele está aqui presente, podem crer...”.
A escritora refere-se, a seguir, aos demais presentes para quem esse pastor pregava e os qualifica como “os pobres analfabetos bíblicos”. Nota-se, nessas palavras introdutórias, uma manifestação de soberba ao se referir aos demais pastores como “pastores medíocres” e aos seus ouvintes como “os pobres analfabetos bíblicos”. Até parece que ela nunca leu qual foi a profissão dos primeiros apóstolos de Jesus. Eram pescadores. (Mateus 4:18) – “E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; (Mateus 4:19) - E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. (Mateus 4:20) - Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no. (Mateus 4:21) - E, adiantando-se dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com seu pai, Zebedeu, consertando as redes; (Mateus 4:22) - E chamou-os; eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no.” MALAQUIAS 3.10“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.”
Será que contribuir com o dízimo é “extorquir os crentes” porque “são ignorantes da Palavra de Deus”? Essa opositora não devia usar de termos tão grosseiros para se referir aos que contribuem com o dízimo mesmo sem usar o texto em tela: Deus admitindo que o seu povo fosse extorquido ao pagar o dízimo. É difícil entender alguém escarnecer de outros chamando-os de “analfabetos bíblicos”, chegando ao ponto de proferir tamanha insensatez.
Se ela usasse, por exemplo, o texto de (II Pedro 2:3) – “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” mencionando, por exemplo, expedientes escusos como Campanha da Fogueira Santa de Israel, Campanha da Fogueira Santa do Monte Sinai, aí sim estariam tais líderes abusando de interpretações descabidas por causa de sua avareza, fazendo dos crentes “negócio com palavras fingidas”. Mas referir-se ao dízimo como meio de extorquir, espoliar os crentes devido ao seu analfabetismo, é uma acusação sem base bíblica por parte de alguém que se julga uma exegeta da Bíblia, mas que revela, na verdade, pouco entendimento quando se manifesta sobre a Bíblia. Francamente! Deplorável! Seria melhor que ficasse com a boca fechada.
ACHINCALHE AOS PASTORES PENTECOSTAIS
A opositora ao dízimo não se cansa de depreciar os pastores pentecostais e afirma:
“Tenham cuidado com os pastores que usam e abusam do Velho Testamento. Eles não são sérios. Quando não são embromadores de primeira, fantasiando as histórias do Velho Testamento para preencher o tempo e engabelar os crentes, são uns irresponsáveis e abusivos extorquidores dos membros de suas igrejas.”
A forma grosseira como essa opositora se coloca contra os líderes das igrejas pentecostais, generalizando e não separando o joio do trigo, com colocações pejorativas, revela falta de “temperança” ou “domínio próprio”. Pelo menos deveria demonstrar possuir o fruto do Espírito (Gálatas 5:22) – “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Pode-se denunciar erros sem usar de deboche, linguagem chula e humilhante. Lamentável tal atitude intempestiva, desqualifica alguém que queira se identificar como cristão.
SEGUIDORA DE PAULO
Depois se diz seguidora dos ensinamentos do apóstolo Paulo. Mas, bem que poderíamos incluir Paulo nessas invectivas do seu ódio avassalador contra os que pregam o dízimo como contribuição dentro da Dispensação da Graça, no NT. E por quê? Porque embora procure afirmar que Paulo era um obreiro que jamais se valia da ajuda financeira das igrejas, em toda a apostila escrita com 15 páginas, não citou uma vez sequer o que Paulo escreveu à Igreja de Corinto, no capítulo 11 e versículos 7-9 onde ele escreve:
“Pequei, porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus? (II Coríntios 11:8) - Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado. (II Coríntios 11:9) - Porque os irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei.”
Não estaria Paulo se guardando de pessoas como a escritora da apostila que desanda em usar palavras injuriosas e detratoras contra todos os pastores pentecostais? E se fôssemos citar a TNM nos textos de 2 Coríntios 11.7-9 teríamos que chamar Paulo de ladrão porque diz a referida tradução, que não endossamos, mas a citamos apenas como exemplo de pessoas que ofendem os demais que não se ajustam ao seu modo de interpretar a Bíblia:
“Ou cometi algum pecado por me humilhar, para que vós fôsseis enaltecidos, porque de bom gado, sem custo, vos declarei as boas novas de Deus? A outras congregações roubei, por aceitar provisões, a fim de ministrar a vós, contudo, quando estive presente entre vós e padeci necessidade, não me tornei fardo nem mesmo para um único, pois os irmãos da Macedônia supriram abundantemente a minha deficiência. Sim, guardei-me de todos os modos para não me tornar oneroso para vós, e guardar-me-ei assim.” Suas razões antidizimistas são as seguintes e as enumera como passamos a expor:
AS RAZÕES CONTRA O DÍZIMO
“Ponto 1: Os princípios de dar no Novo Testamento, na 2 Coríntios 8,9, são superiores ao dizimar.”“O falso ensino é que dizimar é uma exigência obrigatória, a qual sempre precede o dar voluntariamente. O dar voluntariamente precedia o dizimar.”
Resposta Apologética: Plenamente de acordo. Os requisitos para contribuir com o dízimo no Novo Testamento se encontram em (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” E (I Corintios 16:2) –“No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.”
TRÊS REQUISITOS PARA A CONTRIBUIÇÃO DO DÍZIMO
Para nós são três os requisitos que regem a contribuição do dízimo no Novo Testamento
1) TEM QUE SER VOLUNTÁRIA: “segundo propôs no seu coração” (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” Todos os dizimistas devem saber que sua contribuição deve ser feita voluntária e livremente, sem qualquer pressão obrigatória. Daí porque não seria correto chamar de ladrão (Ml 3.8) aquele que não paga o dízimo. Dois exemplos:
a) o dízimo de Jacó: Quem ordenou a Jacó, na visão de Betel, a dar o dízimo? Ninguém. Não havia preceito recomendando essa prática.
(Gênesis 28:20) – “ E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; (Gênesis 28:21) - E eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus; (Gênesis 28:22) - E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo”
Será que quem redigiu essa apostila cheia de impropérios tem recebido em sua vida as quatro bênçãos de Deus que Jacó pediu para fazer o seu voto espontâneo? Tem ela sido guardada por Deus? Tem ela tido pão para comer? Tem ela vestes para vestir? Tem ela recebido paz de Deus? Não haveria uma razão plausível para ser mais grata a Deus e deixar de arranjar argumentos inconseqüentes procurando bloquear os que dão o seu dízimo? b) o dízimo de Abraão: Será que se esqueceu do que fez Abraão como, também, espontaneamente, deu os dízimos dos despojos quando se encontrou com Melquisedeque? (Gênesis 14:18) – “E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo. (Gênesis 14:19) - E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; (Gênesis 14:20) - E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.”
2) TEM QUE SER METÓDICA: “No primeiro dia da semana “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar”. A primeira parte do texto citado indica: (I Corintios 16:2) – “No primeiro dia da semana”. Quantos crentes que um tempo atrás foram dizimistas fiéis mas depois que se embebedaram dos argumentos dos opositores do dízimo já não sabem como contribuir. Suas contribuições se restringem a enganar a si mesmos tirando um trocado do bolso e dando uma oferta de fome. São mesquinhos, avarentos. Desfrutam do bem estar na casa de Deus assentando-se em bancos comprados com o dinheiro dos dizimistas, usufruindo de água, luz, sem nada contribuir efetivamente porque foram contaminados pelo vírus dos antidizimistas. Praticamente são anarquistas espirituais, querendo demonstrar uma obediência à Bíblia porque se sentem livres da contribuição sob alegação de que o dízimo era restrito à Lei de Moisés.
3) TEM DE SER PROPORCIONAL AOS RENDIMENTOS: “conforme a sua prosperidade”(I Corintios 16:2) – “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.” Repetindo, “ conforme a sua prosperidade”. Qual o “X” dessa porcentagem? Deve ser igual ou superior a 10%. Então os três princípios que regem uma contribuição dentro da Dispensação da Graça, no Novo Testamento. Assim, O DÍZIMO:É contribuição voluntária: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração” (2 Co 9.7);É contribuição metódica: “No primeiro dia da semana” (1 Co 16.2);É contribuição proporcional: “conforme a sua prosperidade” (1 Co 16.2).(O Dízimo, p. 19-27, Gráfica Nova Santos Ltda.)
“Ponto 2 - Na palavra de Deus o dízimo é sempre em alimento.”
“O falso ensino é que os dízimos bíblicos incluem todas as fontes de renda.”
Resposta Apologética: Afinal, como expor argumentos contra o dízimo recorrendo à Lei de Moisés, dizendo que a Lei de Moisés ensina que o dízimo é sempre em alimento? Porventura até agora apelamos para Malaquias 3.10 ou fizemos alguma citação da Lei para justificar a contribuição do dízimo? Pergunto a pessoa que escreveu essa apostila contra o dízimo: Sabe porventura quantos mandamentos continha a Lei de Moisés? A Lei de Moisés continha 613 mandamentos que fazem parte do Pentateuco. Pode haver maior contradição do que condenar a contribuição do dízimo alegando que fazia parte do Antigo Concerto e, ao mesmo tempo, recorrer às exigências da Lei de Moisés sobre o dízimo? Se a Lei de Moisés terminou na cruz como recorrer a ela para ser contra o dízimo alegando que o dízimo da lei era feito em alimentos? Nós dizemos: (Romanos 10:4) – “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” Interessante! Elabora-se uma apostila contra o dízimo argumentando-se contra o dízimo porque este fazia parte da Lei de Moisés, composta pelo Pentateuco com 613 mandamentos e paradoxalmente, recorre-se à lei para provar certas particularidades com relação ao dízimo que não deviam jamais ser invocadas dado que reconhecem que a lei foi abolida na cruz. Se foi abolida na cruz, e com isso concordamos, então coerentemente não podemos invocar mandamentos desse Antigo Concerto para se opor ao dízimo. OoOo
“Ponto 3 – O dízimo de Abraão a Melquisedeque se embasou numa tradição pagã.”
“O falso ensino é que Abraão deu voluntariamente o dízimo porque foi a vontade de Deus.”
Resposta Apologética: Deplorável o argumento contra o dízimo de Abraão baseado no argumento de que se tratava de ma tradição pagã. Então tudo o que consta da Bíblia que se pode alegar tenha origem pagã, deve ser descartado? Se a absurda acusação contra o dizimo de Abraão fosse válida, porque supostamente, ele se valeu de uma tradição pagã, teríamos que rejeitar o relato bíblico sobre o dilúvio? Quantas tradições pagãs existiam sobre o dilúvio? Para nós vale o que está escrito em Gênesis capítulos 6 a 8 sobre o dilúvio. Do contrário teríamos que rejeitar os relatos bíblicos sobre o profeta Jonas ser engolido por uma baleia e por aí afora. Admiro-me muito desse recurso “furado”.
Se Abraão não deu o dízimo voluntariamente, em que ele se baseou para dar o dízimo? Será mesmo que ele estava seguindo uma tradição pagã? Não seria melhor reconhecer outra razão mais plausível e consentânea com a Bíblia? Não seria um sentimento de gratidão pelo livramento recebido de Deus na batalha que suportou? Isso seria melhor do que recorrer ao argumento tão sem base e a resposta seria mais simples. Qual o sentimento que nos aflora o coração quando recebemos uma bênção de Deus? Não nasce em nós um sentimento de gratidão? Assim ocorreu com Abraão. Volta vitorioso de uma batalha contra um exército muito maior do que o dele e numa atitude de gratidão ofereceu o dízimo de tudo que ganhara do despojo do inimigo e oferece o dízimo a Melquisedeque. Atribuiu a vitória a Deus. (Dt 8.17-18)“Não digas no teu coração: A minha força, e a fortaleza da minha mão me adquiriram estas riquezas. Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, porque ele é o que te dá força para adquirires riquezas.” O salmista mais tarde iria levantar uma pergunta: (Salmos 116:12) – “Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? (Salmos 116:13) - Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do SENHOR. (Salmos 116:14) - Pagarei os meus votos ao SENHOR, agora, na presença de todo o seu povo.”. Ademais a opositora apresenta uma lista de razões alegando que o dízimo de Abraão não pode ser usado como exemplo para os cristãos dizimarem. Dentre essas razões a de n. 8 declara:
“O dízimo de Abraão não é mencionado em nenhuma parte da Bíblia, a fim de respaldar o ato de dizimar.”
Isso sim é analfabetismo bíblico. A resposta a esta objeção está no NT no livro de Hebreus 7.1-3, mas que a opositora do dízimo se esqueceu de mencionar uma só vez em todas as 15 páginas da sua apostila. E ainda admitiu que algum dos chamados por ela de “pastores analfabetos” pentecostais não saberia consultar a Bíblia para logo localizar o que ela preferiu esconder. Imperdoável essa declaração da autora da apostila. Será que não foi um esquecimento propositado preparar uma apostila contra o dízimo e se esquecer desse pormenor, justamente quando cita outros versículos do capítulo 7 de Hebreus? (Hebreus 7:1) – “PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; (Hebreus 7:2) - A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) - Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.”
Vamos dar algumas razões porque entendemos que o ato voluntário de Abraão de dar o dízimo a Melquisedeque proporciona exemplo para que nós o emitemos:
Primeiro, Abraão deu o dízimo a Melquisede quando ainda não havia mandamento para se contribuir com o dízimo.
(Gálatas 3:17) – “Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa. Conseqüentemente, entendemos que o dízimo precedeu à lei.
Segundo, Abraão é tido na Bíblia como o pai dos que são da fé (não da lei). . (Romanos 4:13) – “Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé. (Romanos 4:14) - Porque, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada. (Romanos 4:16) - Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós.” (Gálatas 3:26) - Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. (Gálatas 3:27) - Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. (Gálatas 3:28) - Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. (Gálatas 3:29) - E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” O que lemos está bem claro sobre Abraão para ninguém se confunda. “Abraão, o qual é pai de todos nós”.
Terceiro, Analisemos agora a figura de Melquisedeque como o tipo de Jesus Cristo. O autor da epístola aos Hebreus esclarece sobre Melquisedeque: (Hebreus 7:1) – “PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; (Hebreus 7:2) - A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) - Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:4) - Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos.”
Quarto, Vejamos o que nos diz (Hebreus 7:8) - E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive. Conclusão lógica: enquanto existir o sacerdócio de Melquisedeque, através de Cristo (Hebreus 7:17) – “Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque.” Permanecerá o sistema bíblico de contribuição: o dízimo. E mais: Enquanto permanecer a fé viva de Abraão, esta pagará dízimos ao Altíssimo, através da Igreja. PERGUNTEMOS: ENTÃO: PODEMOS OU NÃO PROVAR QUE O DÍZIMO É CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ, Á LUZ DO NOVO TESTAMENTO? (O Dízimo, p. 44,45)Ora, só um antidizimista é que pode alegar que o dízimo de Abraão não serve para “respaldar o ato de dizimar”.
“Ponto 4 – Os Primeiros Dízimos eram recebidos pelos servos dos sacerdotes.”
“O falso ensino é que os sacerdotes do Velho Testamento recebiam todo o primeiro dízimo.”
Resposta Apologética: Inválida a objeção. Se se argumenta que o dízimo era obrigação da Lei de Moisés e que esta lei terminou na cruz (Jo 19.30) como recorrer a preceitos dessa lei para declarar que o dízimo é falso porque os sacerdotes do Velho Testamento recebiam todo o primeiro dízimo. Que nos importa isso se não estamos baseados na lei para darmos espontaneamente o nosso dízimo?É certo ainda que os sacerdotes é que ministravam no tabernáculo os sacrifícios de sangue e quando o templo foi concluído nos dias de Salomão continuou lá.
Já sob o Novo Concerto tal ministração se tornou desnecessária em decorrência da obra expiatória de Jesus.
(Hebreus 10:19) – “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, (Hebreus 10:20) - Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, (Hebreus 10:21) - E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, (Hebreus 10:22) - Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa.”
Isso qualquer pastor considerado “analfabeto e pentecostal” não ignora. Entretanto, a exímia conhecedora da Bíblia e opositora desconhece.
“Ponto 5 – A frase: “É santo ao Senhor” não torna o dízimo um princípio eterno moral.”
“O falso ensino é que Levítico 27.30-32 prova que o dízimo é um “eterno princípio moral”porque ele é santo do Senhor”.
Resposta Apologética: De novo, o mesmo argumento baseado na Lei de Moisés, quando já afirmamos que não fazemos uso da Lei de Moisés para darmos o dízimo.Repetindo:A primeira vez que o dízimo é mencionado na Bíblia partiu da voluntariedade de Abraão”(Gn 14.18-20). A segunda vez foi Jacó, neto de Abraão. (Gênesis 28:20-22)
(Gênesis 28:20) – “E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; (Gênesis 28:21) - E eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus; (Gênesis 28:22) - E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.”
Não havia mandamentos para essa contribuição. Partiu da espontaneidade de ambos. O princípio que rege a contribuição do dízimo está em (I Corintios 16:2) – “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.” e (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”
“Ponto 6 – “Existem na Bíblia quatro tipos diferentes de Dízimos.”
“O falso ensino ignora todos os outros dízimos e focaliza somente a parte do primeiro dízimo religioso.”
Resposta Apologética: Argumento inválido pelas razões já expostas. Não vejo porque a declaração da opositora ao dízimo ao declarar suspeita segundo a qual
“É de admirar que as igrejas estejam tentando omitir isso, quando falam somente de um dízimo religioso, simplesmente porque este se encaixa melhor em seus propósitos, ignorando os outros dois importantes dízimos religiosos.”
Acusações levianas. O que pode interessar às igrejas saber qual a quantidade de dízimos que existiam na lei de Moisés? Qual a igreja que dá o dízimo por exigência da Lei de Moisés? O que realmente a opositora do dízimo procura esconder é que há dois dízimos na Bíblia e ela que se jacta de tanto conhecimento bíblico, ignora:
OS DOIS DÍZIMOS: O DA LEI E O DA GRAÇA
O que é lamentável, na realidade, é ignorar que há dois dízimos essenciais na Bíblia: o Dízimo da Lei e o Dízimo da Graça e isso sim demonstra ignorância bíblica ou suspeita de má fé. Como alguém se propõe combater o dízimo, como contribuição voluntária dentro do NT, e ignore esse pormenor tão importante? (Hebreus 7:9) – “E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos. (Hebreus 7:10) - Porque ainda ele estava nos lombos de seu pai quando Melquisedeque lhe saiu ao encontro.”
Da leitura dos textos citados entendemos que os levitas pagaram dízimos a Melquisedeque, quando eles, ainda não existindo, se achavam representativamente na pessoa do patriarca Abraão.
(Hebreus 7:9) – “E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.”
A lei pagando dízimos à Graça! É exatamente isto. Estranho seria se fosse o contrário, pois a livre sempre exerce ascendência sobre a escrava.
(Gálatas 4:22) – “Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre. (Gálatas 4:23) - Todavia, o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa. (Gálatas 4:24) - O que se entende por alegoria; porque estas são as duas alianças; uma, do monte Sinai, gerando filhos para a servidão, que é Agar. (Gálatas 4:25) - Ora, esta Agar é Sinai, um monte da Arábia, que corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus filhos. (Gálatas 4:26) - Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós. (Gálatas 4:27) - Porque está escrito: Alegra-te, estéril, que não dás à luz; Esforça-te e clama, tu que não estás de parto; Porque os filhos da solitária são mais do que os da que tem marido. (Gálatas 4:28) - Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como Isaque. (Gálatas 4:29) - Mas, como então aquele que era gerado segundo a carne perseguia o que o era segundo o Espírito, assim é também agora. (Gálatas 4:30) - Mas que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre. (Gálatas 4:31) - De maneira que, irmãos, somos filhos, não da escrava, mas da livre.”
A Lei de Moisés passou com os dízimos de Levi. Mas o dízimo cristão neotestamentário, permanece, porque a Dispensação da Graça está em pleno vigor. Assim, o fato de o dízimo ter existido ANTES DA LEI e DEPOIS DA LEI, e na Dispensação da Graça, prova, que o cristão grato a Deus por todos os benefícios dele recebidos está honrando o Senhor com os seus recursos financeiros. (Salmos 103:1) – “BENDIZE, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. (Salmos 103:2) - Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios.” (Provérbios 3:9) – “Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; (Provérbios 3:10) - E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.”
“Ponto 7 – Jesus, Pedro Paulo e os pobres não dizimaram.”
“O falso ensino é que todo mundo do Velho Testamento era exigido que trouxesse sua oferta a nível de 10%.”
Resposta Apologética: Porventura desconhece a opositora o que está escrito em Gálatas sobre Jesus ter nascido sob a lei? Lemos:
(Gálatas 4:4) – “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, (Gálatas 4:5) - Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.”
O texto citado mostra que Jesus nasceu debaixo da lei, o que significa que ele viveu debaixo da obediência da lei cumprindo todos os 613 mandamentos da Lei de Moisés e ao ressuscitar dos mortos e se apresentar aos apóstolos declarou, (Lucas 24:44) – “São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos. (Lucas 24:45) - Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras. Na cruz deu o brado, (João 19:30) – “Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.” Se Jesus cumpriu integralmente a Lei de Moisés poderia ter ele violado a contribuição do dízimo da Lei quando trabalhou como carpinteiro em Nazaré? Ou quando ainda antes no seu nascimento cumpriu as prescrições da Lei de Moisés?
(Lucas 2:22) – “E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor (Lucas 2:23) - (Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor); (Lucas 2:24) - E para darem a oferta segundo o disposto na lei do SENHOR: Um par de rolas ou dois pombinhos.” Ensinou em (Mateus 22:21) – “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” Teria Jesus deixado de dar a Deus o que e de Deus? É preciso ter presente que Jesus cumpriu a lei integralmente, porque se declara que a Lei de Moisés não passaria sem que tudo fosse cumprido. Se Jesus cumpriu integralmente a lei, então sua exigibilidade para o cristão não subsiste mais. Quanto a Paulo e a Pedro viveram dentro dos três princípios de contribuição já expostos sobre O DÍZIMO:É contribuição voluntáriaÉ contribuição metódicaÉ contribuição proporcional aos rendimentos
“Ponto 8 – Os dízimos eram muitas vezes usados como impostos políticos.”
“O falso ensino é que os dízimos nunca são comparados aos impostos e taxas.”
Resposta Apologética: Pouco importa para nós serem os dízimos usados como impostos políticos. Nossa contribuição dizimal não está baseada na Lei de Moisés. Estamos firmados na espontaneidade de Abraão (Gn 14.18-20; Hb 7.1-3) e Jacó (Gn 28.20-22). Concordamos com a declaração segunda a qual “O dízimo da Antiga Aliança era motivado e exigido por lei, não pelo amor.” O dízimo da Nova Aliança é baseado em três requisitos: É contribuição voluntária; É contribuição metódica; É contribuição proporcional aos rendimentos. (2 Co 9.7; 1 Co 16.2).
Como diz Paulo José F. de Oliveira no seu livro Desmistificando o DIZIMO, página 108, “Se não nos identificamos com a comunidade a que pertencemos, se não assumimos como nossas as suas necessidades, se não aprovamos os obreiros nem o seu modo de vida, se não concordamos sobre como administrar o patrimônio comum, jamais sentiremos alegria, desprendimento, prazer, etc. Podemos dar muitos dízimos, mas nunca estaremos contribuindo ´segundo o espírito do Novo Testamento´.”.”
“Ponto 10 – Malaquias 10 é o texto do qual mais se tem abusado na Bíblia sobre o dízimo.”
“O falso ensino sobre dízimos em Malaquias ignora cinco fatos importantes da Bíblia.”
Resposta Apologética O dízimo da graça não é o dízimo da lei com suas obrigações próprias. Nenhum dos itens apontados tem qualquer relação com o dízimo da graça. É oportuno ter presente o texto citado de Hb 7.18,19 e que é por nós endossado quanto à abolição da Lei de Moisés.
(Hebreus 7:18) – “Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade. (Hebreus 7:19) - (Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus.”
Essa melhor esperança nos veio pela graça trazida por Jesus,
(João 1:17) – “Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.” O nosso dízimo é o da graça e não o da lei de Moisés, encerrada na cruz.
(Hebreus 7:5) – “E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. (Hebreus 7:6) - Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas. (Hebreus 7:7) - Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. (Hebreus 7:8) - E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.”
Quem é esse que vive eternamente?
(Hebreus 7:21) – “Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor, e não se arrependerá; Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque), (Hebreus 7:22) - De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. (Hebreus 7:23) - E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer, (Hebreus 7:24) - Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.” Sendo perpétuo o sacerdócio de Melquisedeque, figura da pessoa de Jesus, então o dízimo deve continuar.
“Ponto 11 – O dízimo não é ensinado no Novo Testamento.”
“O falso ensino é que Jesus ensinou a dizimar, em Mateus 23.23, dizendo que isso está claro no Novo Testamento”.
Resposta Apologética: Francamente! Decepcionante! Se tem validade a argumentação segundo a qual o que Jesus ensinou durante o seu ministério terreno não tem validade para o cristão, só valendo o que ele ensinou depois de ressuscitado, então o que ele ensinou no Sermão do Monte não tem valor para nós? É o argumento da nossa opositora. Ela textualmente afirma:
“A Nova Aliança não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte. O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário. Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23.23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário.”
MA Jesus não se limitou a ensinar apenas o que se relacionava à Lei de Moisés. Seu ensino abrangeu além da Lei e ele interpretou a Lei de Moisés mostrando a superioridade do seu ensino sobre o que Moisés escreveu na lei. Vejamos o que Jesus falou no Sermão do Monte superior à lei de Moisés:
A SUPERIORIDADE DOS ENSINOS DE JESUS SOBRE A LEI
a) o que Jesus ensinou em (Mateus 22:37) – “ Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. (Mateus 22:38) - Este é o primeiro e grande mandamento. (Mateus 22:39) - E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mateus 22:40) - Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
b) Jesus ensinou (Mateus 5:27) – ‘Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. (Mateus 5:28) - Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.”
c) Jesus ensinou (Mateus 5:38) – “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. (Mateus 5:39) - Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”
d) Jesus ensinou (Mateus 5:43) – “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. (Mateus 5:44) - Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;”
O QUE JESUS ENSINOU ATÉ O CALVÁRIO PERDEU SUA VALIDADE?
O que fazer com esses ensinos de Jesus antes do Calvário? Rejeitá-los porque foram dados antes da morte de Jesus no Calvário? A Lei de Moisés abrangia apenas o Pentateuco com 613 mandamentos e os ensinos de Jesus não faziam parte da lei. Ele a cumpriu integralmente, como dissemos, mas os ensinos de Jesus são exatamente o que ele mandou que fossem observados.
(Mateus 28:19) – “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” (Mateus 28:20) – “Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.”
O que fazer com os dois textos citados que ordenam que guardemos o que Jesus ensinou? Só perguntando a opositora do dízimo.
Irrefletidamente, alega contra o dízimo o seguinte, “Não existe um único texto no Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário”. Ora, de novo a opositora do dízimo demonstra conhecer muito pouco a Bíblia, pois, senão, não teria feito tal declaração. Será que ela se esqueceu do livro de Hebreus? Leiamos:
(Hebreus 7:1) – “PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; (Hebreus 7:2) - A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) - Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:4) - Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos. (Hebreus 7:5) - E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.” E sabemos que o livro de Hebreus foi escrito lá pelo ano de 64 A. D.
“Ponto 12 – Os sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos pelos pastores bíblicos”“O falso ensino é que os anciãos e pastores da Novo Aliança estão simplesmente continuando de onde os sacerdotes da Antiga Aliança deixaram e por isso devem receber o dízimo”.
Resposta Apologética: De novo o argumento inválido e já refutado em invocar a Lei de Moisés para, com ela, recusar a contribuição do dízimo na Nova Aliança. Entretanto, lemos:(Hebreus 7:22) – “De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. (Hebreus 7:23) - E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer, (Hebreus 7:24) - Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.”
Enquanto durar o sacerdócio de Cristo os filhos de Abraão, pela fé, estarão contribuindo espontaneamente com seus dízimos a Melquisedeque, figura de Jesus Cristo (Hb 7.1-3). Reconhecemos que, hoje, os cristãos em geral constituem “o sacerdócio real”, mas o sacerdócio de Cristo continua. “Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.”OoOo
“Ponto 13 – A Igreja da Nova Aliança não é um edifício nem um armazém”.
“O falso ensino é que os edifícios cristãos chamados “igrejas”, “tabernáculos” ou “templos”, substituíram o Templo do Velho Testamento como locais de habitação divina”.
Resposta Apologética: De novo o argumento baseado no Antigo Concerto. Se não estamos sob o Antigo Concerto, como usar argumentos tirados da Lei para negar a validade do dízimo, considerando que o livro de Hebreus 7.1-3,9,10 aborda a validade do dízimo usando os exemplos de Abraão a Melquisedeque para essa contribuição. E ainda mais que eles estavam praticando o dízimo antes de da lei de Moisés ser dada.
(Gálatas 3:17) – “Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa.” Taxativamente não estamos sob a lei de Moisés, (Romanos 6:14) – “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. (Romanos 6:15) - Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum.”
Ponto 14 – A Igreja cresce quando usa os melhores princípios da Nova Aliança.
(O falso ensino é que os princípios de dar graças não são tão bons como os princípios do dizimar na Antiga Aliança.)
Resposta Apologética: Quem não sabe disso? Entretanto, a opositora do dízimo deveria ser mais benevolente e cultivar um pouco mais o fruto do Espírito (Gl 5.22) principalmente o denominado “a temperança” e evitar acusações levianas e deprimentes ao dizer,
“Essas pessoas mal conhecedoras da Bíblia se comportam com o Espírito Santo exatamente como os feiticeiros se comportam com os maus espíritos.”
Tal declaração pode ser tida como uma blasfêmia contra o Espírito Santo. Como ficam as palavras de Jesus (Lucas 11:11) – “E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? (Lucas 11:12) - Ou, também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? (Lucas 11:13) - Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”
Atribuir a Deus o que nós, imperfeitos seres humanos não somos capazes de fazer, beira à blasfêmia. E isso pela opositora que exibe um ódio figadal contra o povo pentecostal a ponto de atribuir aos demônios (espíritos maus) a obra do Espírito Santo na vida de uma pessoa cristã.
O SUSTENTO MINISTERIAL
“Ponto 15 – O Apóstolo Paulo preferia que os líderes da Igreja se auto-sustentassem.”
“(O falso ensino é que Paulo ensinou e praticou o dízimo)”.
Resposta Apologética: Ora, ora, alguém se propõe escrever contra o sustento ministerial e dolosamente declara:
“Embora ele (Paulo) não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por Deus, para difusão do Evangelho.”...“Para Paulo, a expressão ‘ viver do evangelho’ significava ‘ viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça’”.
Ler as alegações expostas pela antidizimista contra o sustento ministerial é de admitir que não parece ter ela aprendido muito sobre hermenêutica nos seminários onde estudou. Por exemplo, dizer que a expressão ‘ viver do evangelho’ significava ‘viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça’, é interpretar o texto sem o contexto. ISTO É PRETEXTO. O texto citado é (I Corintios 9:14) – “Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.” O contexto, parte que vem antes ou depois do contexto esclarece o texto de 1 Co 9.14. Leiamos o contexto:
(I Corintios 9:5) – “Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? (I Corintios 9:6) - Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? (I Corintios 9:7) - Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado? (I Corintios 9:8) - Digo eu isto segundo os homens? Ou não diz a lei também o mesmo? (I Corintios 9:9) - Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois? (I Corintios 9:10) - Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve debulhar com esperança de ser participante. (I Corintios 9:11) - Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais? (I Corintios 9:12) - Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo. (I Corintios 9:13) - Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? (I Corintios 9:14) - Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.”
(Gálatas 6:6) – “E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.”
(I Timóteo 5:17) – “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; (I Timóteo 5:18) – “Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.”
(II Corintios 11:8) – “Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado. (II Corintios 11:9) - Porque os irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei. (II Corintios 11:10) - Como a verdade de Cristo está em mim, esta glória não me será impedida nas regiões da Acaia. (II Corintios 11:11) - Por quê? Porque não vos amo? Deus o sabe. (II Corintios 11:12) - Mas o que eu faço o farei, para cortar ocasião aos que buscam ocasião, a fim de que, naquilo em que se gloriam, sejam achados assim como nós.”
Pergunto: como alguém se intitula teóloga e é capaz de interpretar tão erroneamente as palavras de Paulo?! O que Paulo expõe com muita clareza é que deve haver a responsabilidade da igreja pelo pagamento de salários dos seus obreiros. Se ele, realmente, em determinadas ocasiões fabricou tendas era para evitar exatamente pessoas murmuradoras que não supriam o mínimo para sustento dele e de Barnabé. Pergunta ele com muita propriedade: “(I Corintios 9:6) - Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? (I Corintios 9:7) - Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado?”
Como a opositora, que declara ter estudado a Bíblia com pastor apologeta, cometa uma tamanha aberração interpretativa dizendo, como se os leitores da sua apostila antidizimista fossem analfabetos na Bíblia como ela declara dos pastores pentecostais.
Analfabeto na Bíblia é quem dá essa interpretação capciosa, dolosa, para justificar seus argumentos contra o sustento ministerial. Não diga para ninguém que é uma seguidora de Paulo, porque, na verdade, nunca foi seguidora de Paulo, pelo menos no particular da contribuição e sustento ministerial. Como é que esses obreiros poderiam ser supridos em suas necessidades materiais senão pela contribuição?. Assim, O DÍZIMO: a) É contribuição voluntária; É contribuição metódica; c) É contribuição proporcional aos rendimentos.
“Ponto 16 – O dízimo não se tornou uma lei na igreja, até o ano 777 d.C.”
“O falso ensino é que a igreja histórica sempre ensinou o dízimo.”
Resposta Apologética: Que Concílio de 585 é esse mencionado pela opositora do dízimo? Desconheço qualquer Concílio sem o nome da cidade onde se realizou tal concílio. Quem disse que o dízimo não se tornou na igreja até o ano 777 d.C.? A igreja fundada no dia de Pentecostes não tinha lei sobre contribuições dizimais. Eles davam 100% do que possuíam. Vendiam suas propriedades e traziam tudo aos pés dos apóstolos. As razões apresentadas pela opositora são parecidas com os judaizantes de hoje que se arvoram em cristãos e querem viver como judeus guardando supostamente o sábado, alimentando-se dieteticamente e buscam então encontrar um motivo pagão alegando que foi Constantino que deu margem à observância do domingo, ignorando propositadamente Apocalipse 1.10, onde o primeiro dia da semana (o domingo) foi chamado de dia do Senhor. Igualmente, a mesma acusação é usada com relação à doutrina da Trindade, alegando-se que ela foi definida no Concílio de Nicéia, presidido por Constantino no ano 325 d. C. Sofisma, apenas. Se alguém se nega a dar voluntariamente o dízimo, então que siga o exemplo da igreja primitiva. “(AT 2.45) “E vendiam suas propriedades e fazendas, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.”
Qual é o antidizimista que se mostra tão generoso que age como os cristãos primitivos?Será que alguns não estão agindo como Ananias e Safira? (Atos 5:1) – “MAS um certo homem chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade, (Atos 5:2) - E reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos. (Atos 5:3) - Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? (Atos 5:4) - Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. (Atos 5:5) - E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram. (Atos 5:6) - E, levantando-se os moços, cobriram o morto e, transportando-o para fora, o sepultaram. (Atos 5:7) - E, passando um espaço quase de três horas, entrou também sua mulher, não sabendo o que havia acontecido. (Atos 5:8) - E disse-lhe Pedro: Dize-me, vendestes por tanto aquela herdade? E ela disse: Sim, por tanto. (Atos 5:9) - Então Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o Espírito do Senhor?
Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e também te levarão a ti. (Atos 5:10) - E logo caiu aos seus pés, e expirou. E, entrando os moços, acharam-na morta, e a sepultaram junto de seu marido. (Atos 5:11) - E houve um grande temor em toda a igreja, e em todos os que ouviram estas coisas.” Negam o dízimo e, às vezes, ganhando altos salários, colocam na sacola da contribuição, valores correspondentes a 1% do que ganharam. Falta-lhes a espontaneaneidade da mulher viúva mas generosa: (Marcos 12:41) – “E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito. (Marcos 12:42) - Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. (Marcos 12:43) - E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; (Marcos 12:44) - Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.” Ela não foi ludibriada com a teologia da prosperidade que ensina a fazer sacrifícios em propriedades e dá-las a certas igrejas cuja direção está nas mãos de homens ávidos por dinheiro. (II Pedro 2:3) – “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” A viúva elogiada por Jesus era grata a Deus e demonstrou sua gratidão ao oferecer o que de melhor tinha.
Em decorrência de alguns escândalos motivados pela chamada Teologia da Prosperidade, certas igrejas têm sido criticadas pela forma como levantam dízimos e ofertas denominadas sacrifícios em que maioria dos membros tem sido espoliada de bens de uso próprio como casa, automóvel, pequenas quantias reservadas em caderneta de poupança para uma emergência da família. Opostamente, têm se levantado uma onda de líderes religiosos que resolveram combater a contribuição do dízimo, partindo da alegação de que o dízimo era parte do Antigo Concerto e, que, dentro do Novo Concerto, não há exigência desse tipo de contribuição. Infelizmente, certa pessoa do nosso relacionamento recebeu uma apostila com dois títulos ou duas apostilas sobre o mesmo assunto. A primeira página tem como título “TUDO SOBRE O DÍZIMO”. A partir da segunda página em diante outro título “DIZIMAR NÃO É UMA DOUTRINA CRISTÔ que passamos a comentar:
TUDO SOBRE O DÍZIMO E/ou DIZIMAR NÃO É UMA DOUTRINA CRISTÃ
A escritora da citada apostila põe-nos a par que, quando era seminarista, tinha um professor por nome Valdomiro e este lhe ensinou a não usar o Antigo Testamento, e, quando citá-lo, só o fazer para ilustração, considerando que hoje o cristão vive na Dispensação da Graça. Em seguida, diz a autora que estudou com outro pastor por nome Paulo Pimentel e que era mestre em apologética. Trabalhou com ele três anos no CPR (Centro de Pesquisas Religiosas) e que aprendeu mais do que aprendeu da Bíblia no Seminário.Partindo dessas informações preliminares ela desanda em críticas aos pastores e radicaliza: “Infelizmente, a maioria dos pastores hoje em dia se apega fervorosamente ao Velho Testamento, por dois motivos: Primeiro, porque esses pastores medíocres podem usar e abusar das histórias antigas, fantasiando os seus enredos, a seu bel prazer. Segundo, porque podem impor muitas leis do VT aos pobres membros de suas igrejas, para os escravizar, como por exemplo, usando Malaquias para extorquir o dízimo dos que não conhecem bem a Palavra de Deus.” (o grifo é nosso). Repete mais adiante que certo pastor malaquiano sabendo que ela era contra o dizimo e que se achava sentada na terceira fila de cadeiras da igreja, afirmou publicamente, depois de ter lido Ml 3.8-10, “Meus irmãos, o diabo odeia esses versículos de Malaquias e ele está aqui presente, podem crer...”.
A escritora refere-se, a seguir, aos demais presentes para quem esse pastor pregava e os qualifica como “os pobres analfabetos bíblicos”. Nota-se, nessas palavras introdutórias, uma manifestação de soberba ao se referir aos demais pastores como “pastores medíocres” e aos seus ouvintes como “os pobres analfabetos bíblicos”. Até parece que ela nunca leu qual foi a profissão dos primeiros apóstolos de Jesus. Eram pescadores. (Mateus 4:18) – “E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; (Mateus 4:19) - E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. (Mateus 4:20) - Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no. (Mateus 4:21) - E, adiantando-se dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com seu pai, Zebedeu, consertando as redes; (Mateus 4:22) - E chamou-os; eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no.” MALAQUIAS 3.10“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.”
Será que contribuir com o dízimo é “extorquir os crentes” porque “são ignorantes da Palavra de Deus”? Essa opositora não devia usar de termos tão grosseiros para se referir aos que contribuem com o dízimo mesmo sem usar o texto em tela: Deus admitindo que o seu povo fosse extorquido ao pagar o dízimo. É difícil entender alguém escarnecer de outros chamando-os de “analfabetos bíblicos”, chegando ao ponto de proferir tamanha insensatez.
Se ela usasse, por exemplo, o texto de (II Pedro 2:3) – “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” mencionando, por exemplo, expedientes escusos como Campanha da Fogueira Santa de Israel, Campanha da Fogueira Santa do Monte Sinai, aí sim estariam tais líderes abusando de interpretações descabidas por causa de sua avareza, fazendo dos crentes “negócio com palavras fingidas”. Mas referir-se ao dízimo como meio de extorquir, espoliar os crentes devido ao seu analfabetismo, é uma acusação sem base bíblica por parte de alguém que se julga uma exegeta da Bíblia, mas que revela, na verdade, pouco entendimento quando se manifesta sobre a Bíblia. Francamente! Deplorável! Seria melhor que ficasse com a boca fechada.
ACHINCALHE AOS PASTORES PENTECOSTAIS
A opositora ao dízimo não se cansa de depreciar os pastores pentecostais e afirma:
“Tenham cuidado com os pastores que usam e abusam do Velho Testamento. Eles não são sérios. Quando não são embromadores de primeira, fantasiando as histórias do Velho Testamento para preencher o tempo e engabelar os crentes, são uns irresponsáveis e abusivos extorquidores dos membros de suas igrejas.”
A forma grosseira como essa opositora se coloca contra os líderes das igrejas pentecostais, generalizando e não separando o joio do trigo, com colocações pejorativas, revela falta de “temperança” ou “domínio próprio”. Pelo menos deveria demonstrar possuir o fruto do Espírito (Gálatas 5:22) – “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” Pode-se denunciar erros sem usar de deboche, linguagem chula e humilhante. Lamentável tal atitude intempestiva, desqualifica alguém que queira se identificar como cristão.
SEGUIDORA DE PAULO
Depois se diz seguidora dos ensinamentos do apóstolo Paulo. Mas, bem que poderíamos incluir Paulo nessas invectivas do seu ódio avassalador contra os que pregam o dízimo como contribuição dentro da Dispensação da Graça, no NT. E por quê? Porque embora procure afirmar que Paulo era um obreiro que jamais se valia da ajuda financeira das igrejas, em toda a apostila escrita com 15 páginas, não citou uma vez sequer o que Paulo escreveu à Igreja de Corinto, no capítulo 11 e versículos 7-9 onde ele escreve:
“Pequei, porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus? (II Coríntios 11:8) - Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado. (II Coríntios 11:9) - Porque os irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei.”
Não estaria Paulo se guardando de pessoas como a escritora da apostila que desanda em usar palavras injuriosas e detratoras contra todos os pastores pentecostais? E se fôssemos citar a TNM nos textos de 2 Coríntios 11.7-9 teríamos que chamar Paulo de ladrão porque diz a referida tradução, que não endossamos, mas a citamos apenas como exemplo de pessoas que ofendem os demais que não se ajustam ao seu modo de interpretar a Bíblia:
“Ou cometi algum pecado por me humilhar, para que vós fôsseis enaltecidos, porque de bom gado, sem custo, vos declarei as boas novas de Deus? A outras congregações roubei, por aceitar provisões, a fim de ministrar a vós, contudo, quando estive presente entre vós e padeci necessidade, não me tornei fardo nem mesmo para um único, pois os irmãos da Macedônia supriram abundantemente a minha deficiência. Sim, guardei-me de todos os modos para não me tornar oneroso para vós, e guardar-me-ei assim.” Suas razões antidizimistas são as seguintes e as enumera como passamos a expor:
AS RAZÕES CONTRA O DÍZIMO
“Ponto 1: Os princípios de dar no Novo Testamento, na 2 Coríntios 8,9, são superiores ao dizimar.”“O falso ensino é que dizimar é uma exigência obrigatória, a qual sempre precede o dar voluntariamente. O dar voluntariamente precedia o dizimar.”
Resposta Apologética: Plenamente de acordo. Os requisitos para contribuir com o dízimo no Novo Testamento se encontram em (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” E (I Corintios 16:2) –“No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.”
TRÊS REQUISITOS PARA A CONTRIBUIÇÃO DO DÍZIMO
Para nós são três os requisitos que regem a contribuição do dízimo no Novo Testamento
1) TEM QUE SER VOLUNTÁRIA: “segundo propôs no seu coração” (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.” Todos os dizimistas devem saber que sua contribuição deve ser feita voluntária e livremente, sem qualquer pressão obrigatória. Daí porque não seria correto chamar de ladrão (Ml 3.8) aquele que não paga o dízimo. Dois exemplos:
a) o dízimo de Jacó: Quem ordenou a Jacó, na visão de Betel, a dar o dízimo? Ninguém. Não havia preceito recomendando essa prática.
(Gênesis 28:20) – “ E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; (Gênesis 28:21) - E eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus; (Gênesis 28:22) - E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo”
Será que quem redigiu essa apostila cheia de impropérios tem recebido em sua vida as quatro bênçãos de Deus que Jacó pediu para fazer o seu voto espontâneo? Tem ela sido guardada por Deus? Tem ela tido pão para comer? Tem ela vestes para vestir? Tem ela recebido paz de Deus? Não haveria uma razão plausível para ser mais grata a Deus e deixar de arranjar argumentos inconseqüentes procurando bloquear os que dão o seu dízimo? b) o dízimo de Abraão: Será que se esqueceu do que fez Abraão como, também, espontaneamente, deu os dízimos dos despojos quando se encontrou com Melquisedeque? (Gênesis 14:18) – “E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo. (Gênesis 14:19) - E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; (Gênesis 14:20) - E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.”
2) TEM QUE SER METÓDICA: “No primeiro dia da semana “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar”. A primeira parte do texto citado indica: (I Corintios 16:2) – “No primeiro dia da semana”. Quantos crentes que um tempo atrás foram dizimistas fiéis mas depois que se embebedaram dos argumentos dos opositores do dízimo já não sabem como contribuir. Suas contribuições se restringem a enganar a si mesmos tirando um trocado do bolso e dando uma oferta de fome. São mesquinhos, avarentos. Desfrutam do bem estar na casa de Deus assentando-se em bancos comprados com o dinheiro dos dizimistas, usufruindo de água, luz, sem nada contribuir efetivamente porque foram contaminados pelo vírus dos antidizimistas. Praticamente são anarquistas espirituais, querendo demonstrar uma obediência à Bíblia porque se sentem livres da contribuição sob alegação de que o dízimo era restrito à Lei de Moisés.
3) TEM DE SER PROPORCIONAL AOS RENDIMENTOS: “conforme a sua prosperidade”(I Corintios 16:2) – “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.” Repetindo, “ conforme a sua prosperidade”. Qual o “X” dessa porcentagem? Deve ser igual ou superior a 10%. Então os três princípios que regem uma contribuição dentro da Dispensação da Graça, no Novo Testamento. Assim, O DÍZIMO:É contribuição voluntária: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração” (2 Co 9.7);É contribuição metódica: “No primeiro dia da semana” (1 Co 16.2);É contribuição proporcional: “conforme a sua prosperidade” (1 Co 16.2).(O Dízimo, p. 19-27, Gráfica Nova Santos Ltda.)
“Ponto 2 - Na palavra de Deus o dízimo é sempre em alimento.”
“O falso ensino é que os dízimos bíblicos incluem todas as fontes de renda.”
Resposta Apologética: Afinal, como expor argumentos contra o dízimo recorrendo à Lei de Moisés, dizendo que a Lei de Moisés ensina que o dízimo é sempre em alimento? Porventura até agora apelamos para Malaquias 3.10 ou fizemos alguma citação da Lei para justificar a contribuição do dízimo? Pergunto a pessoa que escreveu essa apostila contra o dízimo: Sabe porventura quantos mandamentos continha a Lei de Moisés? A Lei de Moisés continha 613 mandamentos que fazem parte do Pentateuco. Pode haver maior contradição do que condenar a contribuição do dízimo alegando que fazia parte do Antigo Concerto e, ao mesmo tempo, recorrer às exigências da Lei de Moisés sobre o dízimo? Se a Lei de Moisés terminou na cruz como recorrer a ela para ser contra o dízimo alegando que o dízimo da lei era feito em alimentos? Nós dizemos: (Romanos 10:4) – “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” Interessante! Elabora-se uma apostila contra o dízimo argumentando-se contra o dízimo porque este fazia parte da Lei de Moisés, composta pelo Pentateuco com 613 mandamentos e paradoxalmente, recorre-se à lei para provar certas particularidades com relação ao dízimo que não deviam jamais ser invocadas dado que reconhecem que a lei foi abolida na cruz. Se foi abolida na cruz, e com isso concordamos, então coerentemente não podemos invocar mandamentos desse Antigo Concerto para se opor ao dízimo. OoOo
“Ponto 3 – O dízimo de Abraão a Melquisedeque se embasou numa tradição pagã.”
“O falso ensino é que Abraão deu voluntariamente o dízimo porque foi a vontade de Deus.”
Resposta Apologética: Deplorável o argumento contra o dízimo de Abraão baseado no argumento de que se tratava de ma tradição pagã. Então tudo o que consta da Bíblia que se pode alegar tenha origem pagã, deve ser descartado? Se a absurda acusação contra o dizimo de Abraão fosse válida, porque supostamente, ele se valeu de uma tradição pagã, teríamos que rejeitar o relato bíblico sobre o dilúvio? Quantas tradições pagãs existiam sobre o dilúvio? Para nós vale o que está escrito em Gênesis capítulos 6 a 8 sobre o dilúvio. Do contrário teríamos que rejeitar os relatos bíblicos sobre o profeta Jonas ser engolido por uma baleia e por aí afora. Admiro-me muito desse recurso “furado”.
Se Abraão não deu o dízimo voluntariamente, em que ele se baseou para dar o dízimo? Será mesmo que ele estava seguindo uma tradição pagã? Não seria melhor reconhecer outra razão mais plausível e consentânea com a Bíblia? Não seria um sentimento de gratidão pelo livramento recebido de Deus na batalha que suportou? Isso seria melhor do que recorrer ao argumento tão sem base e a resposta seria mais simples. Qual o sentimento que nos aflora o coração quando recebemos uma bênção de Deus? Não nasce em nós um sentimento de gratidão? Assim ocorreu com Abraão. Volta vitorioso de uma batalha contra um exército muito maior do que o dele e numa atitude de gratidão ofereceu o dízimo de tudo que ganhara do despojo do inimigo e oferece o dízimo a Melquisedeque. Atribuiu a vitória a Deus. (Dt 8.17-18)“Não digas no teu coração: A minha força, e a fortaleza da minha mão me adquiriram estas riquezas. Antes te lembrarás do Senhor teu Deus, porque ele é o que te dá força para adquirires riquezas.” O salmista mais tarde iria levantar uma pergunta: (Salmos 116:12) – “Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? (Salmos 116:13) - Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do SENHOR. (Salmos 116:14) - Pagarei os meus votos ao SENHOR, agora, na presença de todo o seu povo.”. Ademais a opositora apresenta uma lista de razões alegando que o dízimo de Abraão não pode ser usado como exemplo para os cristãos dizimarem. Dentre essas razões a de n. 8 declara:
“O dízimo de Abraão não é mencionado em nenhuma parte da Bíblia, a fim de respaldar o ato de dizimar.”
Isso sim é analfabetismo bíblico. A resposta a esta objeção está no NT no livro de Hebreus 7.1-3, mas que a opositora do dízimo se esqueceu de mencionar uma só vez em todas as 15 páginas da sua apostila. E ainda admitiu que algum dos chamados por ela de “pastores analfabetos” pentecostais não saberia consultar a Bíblia para logo localizar o que ela preferiu esconder. Imperdoável essa declaração da autora da apostila. Será que não foi um esquecimento propositado preparar uma apostila contra o dízimo e se esquecer desse pormenor, justamente quando cita outros versículos do capítulo 7 de Hebreus? (Hebreus 7:1) – “PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; (Hebreus 7:2) - A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) - Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.”
Vamos dar algumas razões porque entendemos que o ato voluntário de Abraão de dar o dízimo a Melquisedeque proporciona exemplo para que nós o emitemos:
Primeiro, Abraão deu o dízimo a Melquisede quando ainda não havia mandamento para se contribuir com o dízimo.
(Gálatas 3:17) – “Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa. Conseqüentemente, entendemos que o dízimo precedeu à lei.
Segundo, Abraão é tido na Bíblia como o pai dos que são da fé (não da lei). . (Romanos 4:13) – “Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé. (Romanos 4:14) - Porque, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada. (Romanos 4:16) - Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós.” (Gálatas 3:26) - Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. (Gálatas 3:27) - Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. (Gálatas 3:28) - Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. (Gálatas 3:29) - E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” O que lemos está bem claro sobre Abraão para ninguém se confunda. “Abraão, o qual é pai de todos nós”.
Terceiro, Analisemos agora a figura de Melquisedeque como o tipo de Jesus Cristo. O autor da epístola aos Hebreus esclarece sobre Melquisedeque: (Hebreus 7:1) – “PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; (Hebreus 7:2) - A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) - Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:4) - Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos.”
Quarto, Vejamos o que nos diz (Hebreus 7:8) - E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive. Conclusão lógica: enquanto existir o sacerdócio de Melquisedeque, através de Cristo (Hebreus 7:17) – “Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque.” Permanecerá o sistema bíblico de contribuição: o dízimo. E mais: Enquanto permanecer a fé viva de Abraão, esta pagará dízimos ao Altíssimo, através da Igreja. PERGUNTEMOS: ENTÃO: PODEMOS OU NÃO PROVAR QUE O DÍZIMO É CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ, Á LUZ DO NOVO TESTAMENTO? (O Dízimo, p. 44,45)Ora, só um antidizimista é que pode alegar que o dízimo de Abraão não serve para “respaldar o ato de dizimar”.
“Ponto 4 – Os Primeiros Dízimos eram recebidos pelos servos dos sacerdotes.”
“O falso ensino é que os sacerdotes do Velho Testamento recebiam todo o primeiro dízimo.”
Resposta Apologética: Inválida a objeção. Se se argumenta que o dízimo era obrigação da Lei de Moisés e que esta lei terminou na cruz (Jo 19.30) como recorrer a preceitos dessa lei para declarar que o dízimo é falso porque os sacerdotes do Velho Testamento recebiam todo o primeiro dízimo. Que nos importa isso se não estamos baseados na lei para darmos espontaneamente o nosso dízimo?É certo ainda que os sacerdotes é que ministravam no tabernáculo os sacrifícios de sangue e quando o templo foi concluído nos dias de Salomão continuou lá.
Já sob o Novo Concerto tal ministração se tornou desnecessária em decorrência da obra expiatória de Jesus.
(Hebreus 10:19) – “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, (Hebreus 10:20) - Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, (Hebreus 10:21) - E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, (Hebreus 10:22) - Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa.”
Isso qualquer pastor considerado “analfabeto e pentecostal” não ignora. Entretanto, a exímia conhecedora da Bíblia e opositora desconhece.
“Ponto 5 – A frase: “É santo ao Senhor” não torna o dízimo um princípio eterno moral.”
“O falso ensino é que Levítico 27.30-32 prova que o dízimo é um “eterno princípio moral”porque ele é santo do Senhor”.
Resposta Apologética: De novo, o mesmo argumento baseado na Lei de Moisés, quando já afirmamos que não fazemos uso da Lei de Moisés para darmos o dízimo.Repetindo:A primeira vez que o dízimo é mencionado na Bíblia partiu da voluntariedade de Abraão”(Gn 14.18-20). A segunda vez foi Jacó, neto de Abraão. (Gênesis 28:20-22)
(Gênesis 28:20) – “E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; (Gênesis 28:21) - E eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus; (Gênesis 28:22) - E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.”
Não havia mandamentos para essa contribuição. Partiu da espontaneidade de ambos. O princípio que rege a contribuição do dízimo está em (I Corintios 16:2) – “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.” e (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”
“Ponto 6 – “Existem na Bíblia quatro tipos diferentes de Dízimos.”
“O falso ensino ignora todos os outros dízimos e focaliza somente a parte do primeiro dízimo religioso.”
Resposta Apologética: Argumento inválido pelas razões já expostas. Não vejo porque a declaração da opositora ao dízimo ao declarar suspeita segundo a qual
“É de admirar que as igrejas estejam tentando omitir isso, quando falam somente de um dízimo religioso, simplesmente porque este se encaixa melhor em seus propósitos, ignorando os outros dois importantes dízimos religiosos.”
Acusações levianas. O que pode interessar às igrejas saber qual a quantidade de dízimos que existiam na lei de Moisés? Qual a igreja que dá o dízimo por exigência da Lei de Moisés? O que realmente a opositora do dízimo procura esconder é que há dois dízimos na Bíblia e ela que se jacta de tanto conhecimento bíblico, ignora:
OS DOIS DÍZIMOS: O DA LEI E O DA GRAÇA
O que é lamentável, na realidade, é ignorar que há dois dízimos essenciais na Bíblia: o Dízimo da Lei e o Dízimo da Graça e isso sim demonstra ignorância bíblica ou suspeita de má fé. Como alguém se propõe combater o dízimo, como contribuição voluntária dentro do NT, e ignore esse pormenor tão importante? (Hebreus 7:9) – “E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos. (Hebreus 7:10) - Porque ainda ele estava nos lombos de seu pai quando Melquisedeque lhe saiu ao encontro.”
Da leitura dos textos citados entendemos que os levitas pagaram dízimos a Melquisedeque, quando eles, ainda não existindo, se achavam representativamente na pessoa do patriarca Abraão.
(Hebreus 7:9) – “E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.”
A lei pagando dízimos à Graça! É exatamente isto. Estranho seria se fosse o contrário, pois a livre sempre exerce ascendência sobre a escrava.
(Gálatas 4:22) – “Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava, e outro da livre. (Gálatas 4:23) - Todavia, o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa. (Gálatas 4:24) - O que se entende por alegoria; porque estas são as duas alianças; uma, do monte Sinai, gerando filhos para a servidão, que é Agar. (Gálatas 4:25) - Ora, esta Agar é Sinai, um monte da Arábia, que corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus filhos. (Gálatas 4:26) - Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós. (Gálatas 4:27) - Porque está escrito: Alegra-te, estéril, que não dás à luz; Esforça-te e clama, tu que não estás de parto; Porque os filhos da solitária são mais do que os da que tem marido. (Gálatas 4:28) - Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como Isaque. (Gálatas 4:29) - Mas, como então aquele que era gerado segundo a carne perseguia o que o era segundo o Espírito, assim é também agora. (Gálatas 4:30) - Mas que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da livre. (Gálatas 4:31) - De maneira que, irmãos, somos filhos, não da escrava, mas da livre.”
A Lei de Moisés passou com os dízimos de Levi. Mas o dízimo cristão neotestamentário, permanece, porque a Dispensação da Graça está em pleno vigor. Assim, o fato de o dízimo ter existido ANTES DA LEI e DEPOIS DA LEI, e na Dispensação da Graça, prova, que o cristão grato a Deus por todos os benefícios dele recebidos está honrando o Senhor com os seus recursos financeiros. (Salmos 103:1) – “BENDIZE, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. (Salmos 103:2) - Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios.” (Provérbios 3:9) – “Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; (Provérbios 3:10) - E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.”
“Ponto 7 – Jesus, Pedro Paulo e os pobres não dizimaram.”
“O falso ensino é que todo mundo do Velho Testamento era exigido que trouxesse sua oferta a nível de 10%.”
Resposta Apologética: Porventura desconhece a opositora o que está escrito em Gálatas sobre Jesus ter nascido sob a lei? Lemos:
(Gálatas 4:4) – “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, (Gálatas 4:5) - Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.”
O texto citado mostra que Jesus nasceu debaixo da lei, o que significa que ele viveu debaixo da obediência da lei cumprindo todos os 613 mandamentos da Lei de Moisés e ao ressuscitar dos mortos e se apresentar aos apóstolos declarou, (Lucas 24:44) – “São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos. (Lucas 24:45) - Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras. Na cruz deu o brado, (João 19:30) – “Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.” Se Jesus cumpriu integralmente a Lei de Moisés poderia ter ele violado a contribuição do dízimo da Lei quando trabalhou como carpinteiro em Nazaré? Ou quando ainda antes no seu nascimento cumpriu as prescrições da Lei de Moisés?
(Lucas 2:22) – “E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor (Lucas 2:23) - (Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor); (Lucas 2:24) - E para darem a oferta segundo o disposto na lei do SENHOR: Um par de rolas ou dois pombinhos.” Ensinou em (Mateus 22:21) – “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” Teria Jesus deixado de dar a Deus o que e de Deus? É preciso ter presente que Jesus cumpriu a lei integralmente, porque se declara que a Lei de Moisés não passaria sem que tudo fosse cumprido. Se Jesus cumpriu integralmente a lei, então sua exigibilidade para o cristão não subsiste mais. Quanto a Paulo e a Pedro viveram dentro dos três princípios de contribuição já expostos sobre O DÍZIMO:É contribuição voluntáriaÉ contribuição metódicaÉ contribuição proporcional aos rendimentos
“Ponto 8 – Os dízimos eram muitas vezes usados como impostos políticos.”
“O falso ensino é que os dízimos nunca são comparados aos impostos e taxas.”
Resposta Apologética: Pouco importa para nós serem os dízimos usados como impostos políticos. Nossa contribuição dizimal não está baseada na Lei de Moisés. Estamos firmados na espontaneidade de Abraão (Gn 14.18-20; Hb 7.1-3) e Jacó (Gn 28.20-22). Concordamos com a declaração segunda a qual “O dízimo da Antiga Aliança era motivado e exigido por lei, não pelo amor.” O dízimo da Nova Aliança é baseado em três requisitos: É contribuição voluntária; É contribuição metódica; É contribuição proporcional aos rendimentos. (2 Co 9.7; 1 Co 16.2).
Como diz Paulo José F. de Oliveira no seu livro Desmistificando o DIZIMO, página 108, “Se não nos identificamos com a comunidade a que pertencemos, se não assumimos como nossas as suas necessidades, se não aprovamos os obreiros nem o seu modo de vida, se não concordamos sobre como administrar o patrimônio comum, jamais sentiremos alegria, desprendimento, prazer, etc. Podemos dar muitos dízimos, mas nunca estaremos contribuindo ´segundo o espírito do Novo Testamento´.”.”
“Ponto 10 – Malaquias 10 é o texto do qual mais se tem abusado na Bíblia sobre o dízimo.”
“O falso ensino sobre dízimos em Malaquias ignora cinco fatos importantes da Bíblia.”
Resposta Apologética O dízimo da graça não é o dízimo da lei com suas obrigações próprias. Nenhum dos itens apontados tem qualquer relação com o dízimo da graça. É oportuno ter presente o texto citado de Hb 7.18,19 e que é por nós endossado quanto à abolição da Lei de Moisés.
(Hebreus 7:18) – “Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade. (Hebreus 7:19) - (Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus.”
Essa melhor esperança nos veio pela graça trazida por Jesus,
(João 1:17) – “Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo.” O nosso dízimo é o da graça e não o da lei de Moisés, encerrada na cruz.
(Hebreus 7:5) – “E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. (Hebreus 7:6) - Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas. (Hebreus 7:7) - Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. (Hebreus 7:8) - E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.”
Quem é esse que vive eternamente?
(Hebreus 7:21) – “Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o Senhor, e não se arrependerá; Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque), (Hebreus 7:22) - De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. (Hebreus 7:23) - E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer, (Hebreus 7:24) - Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.” Sendo perpétuo o sacerdócio de Melquisedeque, figura da pessoa de Jesus, então o dízimo deve continuar.
“Ponto 11 – O dízimo não é ensinado no Novo Testamento.”
“O falso ensino é que Jesus ensinou a dizimar, em Mateus 23.23, dizendo que isso está claro no Novo Testamento”.
Resposta Apologética: Francamente! Decepcionante! Se tem validade a argumentação segundo a qual o que Jesus ensinou durante o seu ministério terreno não tem validade para o cristão, só valendo o que ele ensinou depois de ressuscitado, então o que ele ensinou no Sermão do Monte não tem valor para nós? É o argumento da nossa opositora. Ela textualmente afirma:
“A Nova Aliança não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua morte. O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário. Quando Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23.23, Ele estava simplesmente ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e obedeceu até chegar ao Calvário.”
MA Jesus não se limitou a ensinar apenas o que se relacionava à Lei de Moisés. Seu ensino abrangeu além da Lei e ele interpretou a Lei de Moisés mostrando a superioridade do seu ensino sobre o que Moisés escreveu na lei. Vejamos o que Jesus falou no Sermão do Monte superior à lei de Moisés:
A SUPERIORIDADE DOS ENSINOS DE JESUS SOBRE A LEI
a) o que Jesus ensinou em (Mateus 22:37) – “ Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. (Mateus 22:38) - Este é o primeiro e grande mandamento. (Mateus 22:39) - E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mateus 22:40) - Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”
b) Jesus ensinou (Mateus 5:27) – ‘Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério. (Mateus 5:28) - Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.”
c) Jesus ensinou (Mateus 5:38) – “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. (Mateus 5:39) - Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”
d) Jesus ensinou (Mateus 5:43) – “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. (Mateus 5:44) - Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;”
O QUE JESUS ENSINOU ATÉ O CALVÁRIO PERDEU SUA VALIDADE?
O que fazer com esses ensinos de Jesus antes do Calvário? Rejeitá-los porque foram dados antes da morte de Jesus no Calvário? A Lei de Moisés abrangia apenas o Pentateuco com 613 mandamentos e os ensinos de Jesus não faziam parte da lei. Ele a cumpriu integralmente, como dissemos, mas os ensinos de Jesus são exatamente o que ele mandou que fossem observados.
(Mateus 28:19) – “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” (Mateus 28:20) – “Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.”
O que fazer com os dois textos citados que ordenam que guardemos o que Jesus ensinou? Só perguntando a opositora do dízimo.
Irrefletidamente, alega contra o dízimo o seguinte, “Não existe um único texto no Novo Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário”. Ora, de novo a opositora do dízimo demonstra conhecer muito pouco a Bíblia, pois, senão, não teria feito tal declaração. Será que ela se esqueceu do livro de Hebreus? Leiamos:
(Hebreus 7:1) – “PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou; (Hebreus 7:2) - A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) - Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus 7:4) - Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos. (Hebreus 7:5) - E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.” E sabemos que o livro de Hebreus foi escrito lá pelo ano de 64 A. D.
“Ponto 12 – Os sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos pelos pastores bíblicos”“O falso ensino é que os anciãos e pastores da Novo Aliança estão simplesmente continuando de onde os sacerdotes da Antiga Aliança deixaram e por isso devem receber o dízimo”.
Resposta Apologética: De novo o argumento inválido e já refutado em invocar a Lei de Moisés para, com ela, recusar a contribuição do dízimo na Nova Aliança. Entretanto, lemos:(Hebreus 7:22) – “De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador. (Hebreus 7:23) - E, na verdade, aqueles foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de permanecer, (Hebreus 7:24) - Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.”
Enquanto durar o sacerdócio de Cristo os filhos de Abraão, pela fé, estarão contribuindo espontaneamente com seus dízimos a Melquisedeque, figura de Jesus Cristo (Hb 7.1-3). Reconhecemos que, hoje, os cristãos em geral constituem “o sacerdócio real”, mas o sacerdócio de Cristo continua. “Mas este, porque permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.”OoOo
“Ponto 13 – A Igreja da Nova Aliança não é um edifício nem um armazém”.
“O falso ensino é que os edifícios cristãos chamados “igrejas”, “tabernáculos” ou “templos”, substituíram o Templo do Velho Testamento como locais de habitação divina”.
Resposta Apologética: De novo o argumento baseado no Antigo Concerto. Se não estamos sob o Antigo Concerto, como usar argumentos tirados da Lei para negar a validade do dízimo, considerando que o livro de Hebreus 7.1-3,9,10 aborda a validade do dízimo usando os exemplos de Abraão a Melquisedeque para essa contribuição. E ainda mais que eles estavam praticando o dízimo antes de da lei de Moisés ser dada.
(Gálatas 3:17) – “Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa.” Taxativamente não estamos sob a lei de Moisés, (Romanos 6:14) – “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. (Romanos 6:15) - Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum.”
Ponto 14 – A Igreja cresce quando usa os melhores princípios da Nova Aliança.
(O falso ensino é que os princípios de dar graças não são tão bons como os princípios do dizimar na Antiga Aliança.)
Resposta Apologética: Quem não sabe disso? Entretanto, a opositora do dízimo deveria ser mais benevolente e cultivar um pouco mais o fruto do Espírito (Gl 5.22) principalmente o denominado “a temperança” e evitar acusações levianas e deprimentes ao dizer,
“Essas pessoas mal conhecedoras da Bíblia se comportam com o Espírito Santo exatamente como os feiticeiros se comportam com os maus espíritos.”
Tal declaração pode ser tida como uma blasfêmia contra o Espírito Santo. Como ficam as palavras de Jesus (Lucas 11:11) – “E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? (Lucas 11:12) - Ou, também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? (Lucas 11:13) - Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”
Atribuir a Deus o que nós, imperfeitos seres humanos não somos capazes de fazer, beira à blasfêmia. E isso pela opositora que exibe um ódio figadal contra o povo pentecostal a ponto de atribuir aos demônios (espíritos maus) a obra do Espírito Santo na vida de uma pessoa cristã.
O SUSTENTO MINISTERIAL
“Ponto 15 – O Apóstolo Paulo preferia que os líderes da Igreja se auto-sustentassem.”
“(O falso ensino é que Paulo ensinou e praticou o dízimo)”.
Resposta Apologética: Ora, ora, alguém se propõe escrever contra o sustento ministerial e dolosamente declara:
“Embora ele (Paulo) não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por Deus, para difusão do Evangelho.”...“Para Paulo, a expressão ‘ viver do evangelho’ significava ‘ viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça’”.
Ler as alegações expostas pela antidizimista contra o sustento ministerial é de admitir que não parece ter ela aprendido muito sobre hermenêutica nos seminários onde estudou. Por exemplo, dizer que a expressão ‘ viver do evangelho’ significava ‘viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça’, é interpretar o texto sem o contexto. ISTO É PRETEXTO. O texto citado é (I Corintios 9:14) – “Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.” O contexto, parte que vem antes ou depois do contexto esclarece o texto de 1 Co 9.14. Leiamos o contexto:
(I Corintios 9:5) – “Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas? (I Corintios 9:6) - Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? (I Corintios 9:7) - Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado? (I Corintios 9:8) - Digo eu isto segundo os homens? Ou não diz a lei também o mesmo? (I Corintios 9:9) - Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois? (I Corintios 9:10) - Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que debulha deve debulhar com esperança de ser participante. (I Corintios 9:11) - Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais? (I Corintios 9:12) - Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo. (I Corintios 9:13) - Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de contínuo estão junto ao altar, participam do altar? (I Corintios 9:14) - Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.”
(Gálatas 6:6) – “E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.”
(I Timóteo 5:17) – “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; (I Timóteo 5:18) – “Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.”
(II Corintios 11:8) – “Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha necessidade, a ninguém fui pesado. (II Corintios 11:9) - Porque os irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei. (II Corintios 11:10) - Como a verdade de Cristo está em mim, esta glória não me será impedida nas regiões da Acaia. (II Corintios 11:11) - Por quê? Porque não vos amo? Deus o sabe. (II Corintios 11:12) - Mas o que eu faço o farei, para cortar ocasião aos que buscam ocasião, a fim de que, naquilo em que se gloriam, sejam achados assim como nós.”
Pergunto: como alguém se intitula teóloga e é capaz de interpretar tão erroneamente as palavras de Paulo?! O que Paulo expõe com muita clareza é que deve haver a responsabilidade da igreja pelo pagamento de salários dos seus obreiros. Se ele, realmente, em determinadas ocasiões fabricou tendas era para evitar exatamente pessoas murmuradoras que não supriam o mínimo para sustento dele e de Barnabé. Pergunta ele com muita propriedade: “(I Corintios 9:6) - Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de trabalhar? (I Corintios 9:7) - Quem jamais milita à sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado?”
Como a opositora, que declara ter estudado a Bíblia com pastor apologeta, cometa uma tamanha aberração interpretativa dizendo, como se os leitores da sua apostila antidizimista fossem analfabetos na Bíblia como ela declara dos pastores pentecostais.
Analfabeto na Bíblia é quem dá essa interpretação capciosa, dolosa, para justificar seus argumentos contra o sustento ministerial. Não diga para ninguém que é uma seguidora de Paulo, porque, na verdade, nunca foi seguidora de Paulo, pelo menos no particular da contribuição e sustento ministerial. Como é que esses obreiros poderiam ser supridos em suas necessidades materiais senão pela contribuição?. Assim, O DÍZIMO: a) É contribuição voluntária; É contribuição metódica; c) É contribuição proporcional aos rendimentos.
“Ponto 16 – O dízimo não se tornou uma lei na igreja, até o ano 777 d.C.”
“O falso ensino é que a igreja histórica sempre ensinou o dízimo.”
Resposta Apologética: Que Concílio de 585 é esse mencionado pela opositora do dízimo? Desconheço qualquer Concílio sem o nome da cidade onde se realizou tal concílio. Quem disse que o dízimo não se tornou na igreja até o ano 777 d.C.? A igreja fundada no dia de Pentecostes não tinha lei sobre contribuições dizimais. Eles davam 100% do que possuíam. Vendiam suas propriedades e traziam tudo aos pés dos apóstolos. As razões apresentadas pela opositora são parecidas com os judaizantes de hoje que se arvoram em cristãos e querem viver como judeus guardando supostamente o sábado, alimentando-se dieteticamente e buscam então encontrar um motivo pagão alegando que foi Constantino que deu margem à observância do domingo, ignorando propositadamente Apocalipse 1.10, onde o primeiro dia da semana (o domingo) foi chamado de dia do Senhor. Igualmente, a mesma acusação é usada com relação à doutrina da Trindade, alegando-se que ela foi definida no Concílio de Nicéia, presidido por Constantino no ano 325 d. C. Sofisma, apenas. Se alguém se nega a dar voluntariamente o dízimo, então que siga o exemplo da igreja primitiva. “(AT 2.45) “E vendiam suas propriedades e fazendas, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.”
Qual é o antidizimista que se mostra tão generoso que age como os cristãos primitivos?Será que alguns não estão agindo como Ananias e Safira? (Atos 5:1) – “MAS um certo homem chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade, (Atos 5:2) - E reteve parte do preço, sabendo-o também sua mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos. (Atos 5:3) - Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? (Atos 5:4) - Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. (Atos 5:5) - E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram. (Atos 5:6) - E, levantando-se os moços, cobriram o morto e, transportando-o para fora, o sepultaram. (Atos 5:7) - E, passando um espaço quase de três horas, entrou também sua mulher, não sabendo o que havia acontecido. (Atos 5:8) - E disse-lhe Pedro: Dize-me, vendestes por tanto aquela herdade? E ela disse: Sim, por tanto. (Atos 5:9) - Então Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o Espírito do Senhor?
Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e também te levarão a ti. (Atos 5:10) - E logo caiu aos seus pés, e expirou. E, entrando os moços, acharam-na morta, e a sepultaram junto de seu marido. (Atos 5:11) - E houve um grande temor em toda a igreja, e em todos os que ouviram estas coisas.” Negam o dízimo e, às vezes, ganhando altos salários, colocam na sacola da contribuição, valores correspondentes a 1% do que ganharam. Falta-lhes a espontaneaneidade da mulher viúva mas generosa: (Marcos 12:41) – “E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito. (Marcos 12:42) - Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. (Marcos 12:43) - E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; (Marcos 12:44) - Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.” Ela não foi ludibriada com a teologia da prosperidade que ensina a fazer sacrifícios em propriedades e dá-las a certas igrejas cuja direção está nas mãos de homens ávidos por dinheiro. (II Pedro 2:3) – “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” A viúva elogiada por Jesus era grata a Deus e demonstrou sua gratidão ao oferecer o que de melhor tinha.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Auto Avaliação.
Lembre-se de que você mesmo
é o melhor secretário de sua tarefa,
o mais eficiente propagandista de seus ideais,
a mais clara demonstração de seus princípios,
o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça
e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros.
Não se esqueça, igualmente, de que o maior inimigo de suas realizações mais nobres,
a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa,
a nota discordante da sinfonia do bem que pretende executar,
o arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação...
... É VOCÊ MESMO!!!
é o melhor secretário de sua tarefa,
o mais eficiente propagandista de seus ideais,
a mais clara demonstração de seus princípios,
o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça
e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros.
Não se esqueça, igualmente, de que o maior inimigo de suas realizações mais nobres,
a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa,
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o arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação...
... É VOCÊ MESMO!!!
domingo, 24 de outubro de 2010
O 13º mês.
O 13º mês não existe.
O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista,
e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.
Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses,você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.
(€ 700*12 = € 8.400,00)
Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.
(€ 8.400,00 + 13º mês = € 9.100,00)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º Ciclo:
Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.
[€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)]
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.
O resultado é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês.
Surpresa, surpresa ? Onde está portanto o 13º Mês?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.
A resposta é que o patrão lhe tira,ou deixa de lhe pagar, uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias,outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas).O salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.
No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.
Daí que,como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês.
O patrão apenas lhe devolve o que já era seu do ganho anual.
Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.
O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista,
e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.
Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.
Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses,você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.
(€ 700*12 = € 8.400,00)
Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.
(€ 8.400,00 + 13º mês = € 9.100,00)
O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º Ciclo:
Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.
[€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)]
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.
O resultado é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês.
Surpresa, surpresa ? Onde está portanto o 13º Mês?
A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.
A resposta é que o patrão lhe tira,ou deixa de lhe pagar, uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias,outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas).O salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.
No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.
Daí que,como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês.
O patrão apenas lhe devolve o que já era seu do ganho anual.
Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Pelé
O mineiro Edson Arantes do Nascimento completa 70 anos no dia 23 de outubro. Durante duas dessas sete décadas, ele foi o melhor jogador de futebol do mundo – e desde então jamais foi igualado.
A admiração pelo astro brasileiro se espalhou por todos os continentes. Não havia internet e as transmissões televisivas ainda engatinhavam. Ainda assim, o fascínio pela imagem de Pelé tornou-se tão grande que até inimigos mortais entravam em acordo quando se falava no nome dele. Em 1967, Pelé esteve na Nigéria para disputar alguns amistosos pelo Santos. Os guerrilheiros nigerianos e as tropas do ditador que detinha o poder na ocasião selaram um armistício de 48 horas, cujo único objetivo era liberar todos para ver Pelé jogar. E assim aconteceu
Já na reta final da carreira, Pelé aceitou encarar um desafio complicado: popularizar a modalidade esportiva mais praticada no mundo entre os habitantes da nação mais rica e poderosa do planeta. Antes da passagem do rei do futebol pelo Cosmos de Nova York, o soccer era um ilustre desconhecido nos EUA. Como sempre, Pelé conquistou legiões de fãs, encheu estádios e mostrou sua arte na primeira liga profissional dos americanos. Hoje, os EUA têm um campeonato lucrativo e uma seleção competitiva -- e muitos atribuem isso à aventura de Pelé na América.
Traumatizada pelas derrotas nos Mundiais de 1950 e 1954, a seleção brasileira chegou à Copa de 1958, na Suécia, com um time talentoso e bem treinado. A equipe só deslanchou de vez, porém, no terceiro jogo, contra a temida União Soviética. Reservas nas duas primeiras partidas, Pelé e Garrincha foram escalados como titulares no duelo com os russos. Eram as peças que faltavam para transformar a equipe na melhor do mundo. Pelé teve atuação decisiva -- fez o único gol da vitória contra País de Gales e marcou cinco gols na semifinal e na final. Tinha 17 anos.
É comum criar exceções para as pessoas que fogem aos padrões comuns. É justamente isso que acontece quando alguém começa a montar uma lista dos gols mais bonitos da história do futebol. Entre lances antológicos de gênios como Maradona, Cruyff e Puskas, costuma haver um espaço também para alguns dos gols que Pelé não conseguiu marcar. Nada mais justo: são lances tão inesquecíveis quanto alguns dos tentos mais importantes da história. Os dois melhores são da Copa de 1970: o drible no goleiro sem tocar a bola e a bomba da linha do meio-campo.
A história do futebol é cheia de craques espetaculares, que ficaram famosos por transformar em arte alguns dos fundamentos da modalidade. Garrincha e Maradona eram os magos do drible; Rivellino e Puskas, os chutes-canhão; Ronaldo e Romário, os mestres das finalizações; Franz Beckenbauer, o marcador implacável. Pelé, no entanto, foi um fenômeno único -- afinal, reunia todas as qualidades possíveis num jogador. Era fortíssimo, rápido, ágil, tinha inteligência e visão de jogo; exímio cabeceador, chutava forte com as duas pernas. Até de goleiro jogou. Perfeito.
O currículo glorioso de Pelé só provocou um problema para ele: encontrar espaço para guardar todas as medalhas, placas, taças e troféus que amealhou em toda a sua carreira. Cinco vezes campeão do mundo (três na seleção, duas por clube), duas vezes campeão continental, seis vezes campeão nacional (cinco no Brasil, uma nos EUA) e dez vezes campeão estadual, o rei do futebol é o grande papão de títulos da história da modalidade. De quebra, ainda foi Bola de Ouro da Copa de 70 e Atleta do Século eleito pela Fifa. Levou até a Ordem do Império Britânico.
No futebol, muitas competições são importantes, mas nenhuma sequer chega aos pés da Copa do Mundo. E nesse palco, onde só os maiores conseguem brilhar, nenhuma estrela é tão forte quanto Pelé. Vários craques conseguiram a invejável marca de duas Copas conquistadas, mas o rei é o único jogador três vezes campeão mundial. Levantou uma taça em cada década de sua carreira: 1958, 1962 e 1970. No total, Pelé foi a quatro Mundiais -- só saiu derrotado em 1966, na Inglaterra. Disputou 14 jogos -- doze vitórias, um empate e só uma derrota -, e fez doze gols.
Se todas as conquistas, marcas e lances incomparáveis não fossem suficientes para provar que Pelé foi o melhor de todos, restaria resolver a questão apresentando os números de Pelé no quesito mais essencial ao futebol: o gol. Em 1.363 jogos disputados, são 1.281 tentos anotados -- uma média fabulosa de 0,93 gol por jogo. O milésimo veio em 1969, de pênalti, no Maracanã. Antes e depois desse marco, porém, Pelé fez gols de todas as formas possíveis e imagináveis. Chegou a marcar oito num só jogo. É altamente improvável que alguém consiga igualar o rei.
A admiração pelo astro brasileiro se espalhou por todos os continentes. Não havia internet e as transmissões televisivas ainda engatinhavam. Ainda assim, o fascínio pela imagem de Pelé tornou-se tão grande que até inimigos mortais entravam em acordo quando se falava no nome dele. Em 1967, Pelé esteve na Nigéria para disputar alguns amistosos pelo Santos. Os guerrilheiros nigerianos e as tropas do ditador que detinha o poder na ocasião selaram um armistício de 48 horas, cujo único objetivo era liberar todos para ver Pelé jogar. E assim aconteceu
Já na reta final da carreira, Pelé aceitou encarar um desafio complicado: popularizar a modalidade esportiva mais praticada no mundo entre os habitantes da nação mais rica e poderosa do planeta. Antes da passagem do rei do futebol pelo Cosmos de Nova York, o soccer era um ilustre desconhecido nos EUA. Como sempre, Pelé conquistou legiões de fãs, encheu estádios e mostrou sua arte na primeira liga profissional dos americanos. Hoje, os EUA têm um campeonato lucrativo e uma seleção competitiva -- e muitos atribuem isso à aventura de Pelé na América.
Traumatizada pelas derrotas nos Mundiais de 1950 e 1954, a seleção brasileira chegou à Copa de 1958, na Suécia, com um time talentoso e bem treinado. A equipe só deslanchou de vez, porém, no terceiro jogo, contra a temida União Soviética. Reservas nas duas primeiras partidas, Pelé e Garrincha foram escalados como titulares no duelo com os russos. Eram as peças que faltavam para transformar a equipe na melhor do mundo. Pelé teve atuação decisiva -- fez o único gol da vitória contra País de Gales e marcou cinco gols na semifinal e na final. Tinha 17 anos.
É comum criar exceções para as pessoas que fogem aos padrões comuns. É justamente isso que acontece quando alguém começa a montar uma lista dos gols mais bonitos da história do futebol. Entre lances antológicos de gênios como Maradona, Cruyff e Puskas, costuma haver um espaço também para alguns dos gols que Pelé não conseguiu marcar. Nada mais justo: são lances tão inesquecíveis quanto alguns dos tentos mais importantes da história. Os dois melhores são da Copa de 1970: o drible no goleiro sem tocar a bola e a bomba da linha do meio-campo.
A história do futebol é cheia de craques espetaculares, que ficaram famosos por transformar em arte alguns dos fundamentos da modalidade. Garrincha e Maradona eram os magos do drible; Rivellino e Puskas, os chutes-canhão; Ronaldo e Romário, os mestres das finalizações; Franz Beckenbauer, o marcador implacável. Pelé, no entanto, foi um fenômeno único -- afinal, reunia todas as qualidades possíveis num jogador. Era fortíssimo, rápido, ágil, tinha inteligência e visão de jogo; exímio cabeceador, chutava forte com as duas pernas. Até de goleiro jogou. Perfeito.
O currículo glorioso de Pelé só provocou um problema para ele: encontrar espaço para guardar todas as medalhas, placas, taças e troféus que amealhou em toda a sua carreira. Cinco vezes campeão do mundo (três na seleção, duas por clube), duas vezes campeão continental, seis vezes campeão nacional (cinco no Brasil, uma nos EUA) e dez vezes campeão estadual, o rei do futebol é o grande papão de títulos da história da modalidade. De quebra, ainda foi Bola de Ouro da Copa de 70 e Atleta do Século eleito pela Fifa. Levou até a Ordem do Império Britânico.
No futebol, muitas competições são importantes, mas nenhuma sequer chega aos pés da Copa do Mundo. E nesse palco, onde só os maiores conseguem brilhar, nenhuma estrela é tão forte quanto Pelé. Vários craques conseguiram a invejável marca de duas Copas conquistadas, mas o rei é o único jogador três vezes campeão mundial. Levantou uma taça em cada década de sua carreira: 1958, 1962 e 1970. No total, Pelé foi a quatro Mundiais -- só saiu derrotado em 1966, na Inglaterra. Disputou 14 jogos -- doze vitórias, um empate e só uma derrota -, e fez doze gols.
Se todas as conquistas, marcas e lances incomparáveis não fossem suficientes para provar que Pelé foi o melhor de todos, restaria resolver a questão apresentando os números de Pelé no quesito mais essencial ao futebol: o gol. Em 1.363 jogos disputados, são 1.281 tentos anotados -- uma média fabulosa de 0,93 gol por jogo. O milésimo veio em 1969, de pênalti, no Maracanã. Antes e depois desse marco, porém, Pelé fez gols de todas as formas possíveis e imagináveis. Chegou a marcar oito num só jogo. É altamente improvável que alguém consiga igualar o rei.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Será Vesdade?
Neste caudal político em que estamos envolvidos,é imprescindível tomarmos cuidado com a enxurrada de informações que chega até nós,através de diversos veículos de informação.
Não podemos nos esquecer que ainda somos a luz do mundo.
Nunca,lendo as Escrituras,vemos Jesus dizer:"Eu acho", "acredito que seja", "não sei não!!", "Estou certo ou estou errado??","Será verdade?",etc...Pelo contrário,palavra dos guardas do templo,mandados pelos sacerdotes para prenderem a Jesus:"nunca homem algum falou assim como este homem"(Jo.7:46)
Ele mesmo nos ensinou a dizer:"Sim...sim,não..não;dizendo Ele que:"tudo que disso passa procede do maligno".
Ultimamente venho recebendo muitas informações políticas absurdas,que pelo seu conteúdo,em si mesma,já confere uma certa falsidade,mas vinda de ministros de Deus,me preocupa,porque vejo que não tendo o cuidado de peneira-la para se extrair a verdade,passam a frente como se fossem portadores comuns de tablóide sensacionalista.
Envolvidos como estão com o passageiro,esquecem a nobre missão à que foram imbuídos.Como se o finito fosse mais importante que o infinito(politicamente falando).
A pergunta é: O que faria Jesus,em nosso lugar??? Que passemos a divulgar,difamando,esse ou aquele;candidato ou não à um cargo público? É isso? "Vós sois o sal da Terra"(disse o Mestre).
Agora,observe a impotência ante o mando do Verbo:"se o sal perder a sua força,com que se há de salgar?"É como se o Verbo perdesse a força junto com o sal,ficando incapacitado de salgar o mundo." a sentença já saiu antecipadamente:"para nada mais presta,senão para ser pisado." Triste sina esta.
Tenho como exemplo uma ocasião em que me enviaram uma notícia em que determinado candidato ao um cargo público,não podia entrar nos Estados Unidos da América,que seria preso,por ter participado de um sequestro do embaixador deste país,e me mandaram divulgar.Não fiz,sem saber a verdade,mesmo que soubesse não estou aqui para isso.Esse mesmo candidato,acompanhado do presidente do banco central brasileiro,foi recebido tranquilamente neste país,nada lhe acontecendo.Mais tarde,o maledicente,divulga na internet o mal entendido.Pergunto:e se eu não tivesse tomado o cuidado cabível? O maledicente seria eu.Cuidem-se!! A má conversação corrompem o bom costume.
Um abraço.
Não podemos nos esquecer que ainda somos a luz do mundo.
Nunca,lendo as Escrituras,vemos Jesus dizer:"Eu acho", "acredito que seja", "não sei não!!", "Estou certo ou estou errado??","Será verdade?",etc...Pelo contrário,palavra dos guardas do templo,mandados pelos sacerdotes para prenderem a Jesus:"nunca homem algum falou assim como este homem"(Jo.7:46)
Ele mesmo nos ensinou a dizer:"Sim...sim,não..não;dizendo Ele que:"tudo que disso passa procede do maligno".
Ultimamente venho recebendo muitas informações políticas absurdas,que pelo seu conteúdo,em si mesma,já confere uma certa falsidade,mas vinda de ministros de Deus,me preocupa,porque vejo que não tendo o cuidado de peneira-la para se extrair a verdade,passam a frente como se fossem portadores comuns de tablóide sensacionalista.
Envolvidos como estão com o passageiro,esquecem a nobre missão à que foram imbuídos.Como se o finito fosse mais importante que o infinito(politicamente falando).
A pergunta é: O que faria Jesus,em nosso lugar??? Que passemos a divulgar,difamando,esse ou aquele;candidato ou não à um cargo público? É isso? "Vós sois o sal da Terra"(disse o Mestre).
Agora,observe a impotência ante o mando do Verbo:"se o sal perder a sua força,com que se há de salgar?"É como se o Verbo perdesse a força junto com o sal,ficando incapacitado de salgar o mundo." a sentença já saiu antecipadamente:"para nada mais presta,senão para ser pisado." Triste sina esta.
Tenho como exemplo uma ocasião em que me enviaram uma notícia em que determinado candidato ao um cargo público,não podia entrar nos Estados Unidos da América,que seria preso,por ter participado de um sequestro do embaixador deste país,e me mandaram divulgar.Não fiz,sem saber a verdade,mesmo que soubesse não estou aqui para isso.Esse mesmo candidato,acompanhado do presidente do banco central brasileiro,foi recebido tranquilamente neste país,nada lhe acontecendo.Mais tarde,o maledicente,divulga na internet o mal entendido.Pergunto:e se eu não tivesse tomado o cuidado cabível? O maledicente seria eu.Cuidem-se!! A má conversação corrompem o bom costume.
Um abraço.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Éducassão!!!!
A Evolução da Educação.
Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...
Leiam o relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não
precisa responder)
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
“Todo mundo está 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que se 'pensará' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
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Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...
Leiam o relato de uma Professora de Matemática:
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00. (Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não
precisa responder)
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00
E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável.
“Todo mundo está 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que se 'pensará' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
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